quarta-feira, 26 de março de 2008
Reposição - Constitucional II
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terça-feira, 25 de março de 2008
Como deve ser a interação professor/aluno?
A relação Professor/Aluno no processo de ensino e aprendizagem
As relações humanas, embora complexas, são peças fundamentais na realização comportamental e profissional de um indivíduo. Desta forma, a análise dos relacionamentos entre professor/aluno envolve interesses e intenções, sendo esta interação o expoente das conseqüências, pois a educação é uma das fontes mais importantes do desenvolvimento comportamental e agregação de valores nos membros da espécie humana.
Neste sentido, a interação estabelecida caracteriza-se pela seleção de conteúdos, organização, sistematização didática para facilitar o aprendizado dos alunos e exposição onde o professor demonstrará seus conteúdos.
No entanto este paradigma deve ser quebrado, é preciso não limitar este estudo em relação comportamento do professor com resultados do aluno; devendo introduzir os processos construtivos como mediadores para superar as limitações do paradigma processo-produto.
Segundo GADOTTI (1999: 2), o educador para pôr em prática o diálogo, não deve colocar-se na posição de detentor do saber, deve antes, colocar-se na posição de quem não sabe tudo, reconhecendo que mesmo um analfabeto é portador do conhecimento mais importante: o da vida.
Desta maneira, o aprender se torna mais interessante quando o aluno se sente competente pelas atitudes e métodos de motivação em sala de aula. O prazer pelo aprender não é uma atividade que surge espontaneamente nos alunos, pois, não é uma tarefa que cumprem com satisfação, sendo em alguns casos encarada como obrigação. Para que isto possa ser melhor cultivado, o professor deve despertar a curiosidade dos alunos, acompanhando suas ações no desenvolver das atividades.
O professor não deve preocupar-se somente com o conhecimento através da absorção de informações, mas também pelo processo de construção da cidadania do aluno. Apesar de tal, para que isto ocorra, é necessária a conscientização do professor de que seu papel é de facilitador de aprendizagem, aberto às novas experiências, procurando compreender, numa relação empática, também os sentimentos e os problemas de seus alunos e tentar levá-los à auto-realização.
De modo concreto, não podemos pensar que a construção do conhecimento é entendida como individual. O conhecimento é produto da atividade e do conhecimento humano marcado social e culturalmente. O papel do professor consiste em agir com intermediário entre os conteúdos da aprendizagem e a atividade construtiva para assimilação.
O trabalho do professor em sala de aula, seu relacionamento com os alunos é expresso pela relação que ele tem com a sociedade e com a cultura. ABREU & MASETTO (1990: 115), afirma que “é o modo de agir do professor em sala de aula, mais do que suas características de personalidade que colabora para uma adequada aprendizagem dos alunos; fundamenta-se numa determinada concepção do papel do professor, que por sua vez reflete valores e padrões da sociedade”.
Segundo FREIRE (1996: 96), “o bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas”.
Ainda segundo o autor, “o professor autoritário, o professor licencioso, o professor competente, sério, o professor incompetente, irresponsável, o professor amoroso da vida e das gentes, o professor mal-amado, sempre com raiva do mundo e das pessoas, frio, burocrático, racionalista, nenhum deles passa pelos alunos sem deixar sua marca”.
Apesar da importância da existência de afetividade, confiança, empatia e respeito entre professores e alunos para que se desenvolva a leitura, a escrita, a reflexão, a aprendizagem e a pesquisa autônoma; por outro, SIQUEIRA (2005: 01), afirma que os educadores não podem permitir que tais sentimentos interfiram no cumprimento ético de seu dever de professor. Assim, situações diferenciadas adotadas com um determinado aluno (como melhorar a nota deste, para que ele não fique de recuperação), apenas norteadas pelo fator amizade ou empatia, não deveriam fazer parte das atitudes de um “formador de opiniões”.
Logo, a relação entre professor e aluno depende, fundamentalmente, do clima estabelecido pelo professor, da relação empática com seus alunos, de sua capacidade de ouvir, refletir e discutir o nível de compreensão dos alunos e da criação das pontes entre o seu conhecimento e o deles. Indica também, que o professor, educador da era industrial com raras exceções, deve buscar educar para as mudanças, para a autonomia, para a liberdade possível numa abordagem global, trabalhando o lado positivo dos alunos e para a formação de um cidadão consciente de seus deveres e de suas responsabilidades sociais.
*O texto foi enviado por Daniel. Ótima sugestão. Enviarei a nossos professores do atual semestre para servir de reflexão. Acho muito válido que o professor faça uma auto-avaliação dos métodos empregados na aula. Não é uma crítica pela crítica, mas uma forma de fazer o profissional se melhorar e construir uma relação amigável com a turma.
domingo, 23 de março de 2008
Reposição de Civil II
Estou confirmando a minha aula de reposição para o dia 31/03/08 (segunda-feira), no horário de 18:30h às 19:20h.
Atenciosamente,quinta-feira, 20 de março de 2008
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quarta-feira, 19 de março de 2008
Direito Empresarial - correção
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Então, a aula que antes estava marcada para começar às 15h e terminar às 17h, agora fica nesse intervalo: 13:20 às 15:00 (dia 05/04/2008)
Algumas informações importantes
Segue algumas informações importantes e de interesse da turma:
- TRABALHO DE DIREITO PENAL II (PROFESSOR JOEL VENÂNCIO)
Fazer uma resenha/artigo abordando o assunto “As penas no Brasil”. Pode citar o nome de doutrinadores, usar jurisprudência, mas que seja evidenciada sua opinião sobre esse tema. Deve conter de
Observação: Gostei da iniciativa do Professor Joel Venâncio em explanar a realidade dos presídios no Estado de Pernambuco. Tudo bem que não chega a se aproximar da realidade física, mas a abertura em querer falar de um tema crucial
- CALENDÁRIO DE PROVA – 1ª AVALIAÇÃO
Segunda-feira - Processo Civil (07/04/2008) - Prof. Renata
Terça-feira - Hermenêutica (08/04/2008) - Prof. Ricardo
Quarta-feira - Constitucional III (09/04/2008) Prof. Graham
Quinta-feira - Empresarial (10/04/2008) - Prof. Erasmo
Sexta-feira - Penal II (11/04/2008) - Prof. Joel
Sábado - Civil II (12/04/2008) - Prof. Francisco
Durante a semana as provas serão das 18:30 às 20:10; no sábado, das 14:00 às 15:50
- RESUMO DA REUNIÃO DOS REPRESENTANTES
A coordenadora do curso de Direito, Anabel Pessoa, convocou uma reunião com os representantes de turmas para que repassasse as informações abaixo:
I – informar que a coordenadora do escritório jurídico jr. da Faculdade é Ana Lessa, responsável pela prática jurídica obrigatória para os alunos do 7º período (ainda não é nosso caso). Para os que ainda não sabem, o escritório jurídico jr. fica num casarão em frente ao Burgo Mestre;
II – A coordenadora do curso agora dispõe de uma pessoa que também pode atender aos alunos em situações de interesse individual. Chama-se Anne Roberta (braço direito de Anabel – expressão usada pela coordenadora);
III – Blog. Informações relacionadas ao curso de Direito também estarão disponíveis no blog: http://direito.mauriciodenassau.edu.br/index.php
IV – Doenças infecto-contagiosas, gestação a partir do 8º mês e internação são as formas aceitas como justificativas de faltas. Não há abono de faltas;
V – As horas de atividade complementar para o curso de direito são 220 horas;
Observações: Como se nota, as questões tratadas na reunião não entraram no mérito da qualidade das aulas oferecidas pela faculdade. Nem sequer procurou reservar espaço para avaliação do desempenho dos professores (estímulo ao aprendizado e didática, principalmente). Apenas se limitou a falar de assuntos administrativos.
Até chegou a comentar (Anabel falou praticamente 98% durante a reunião) que muitos reclamam da qualidade de algumas aulas, mas não respondem ao questionário de avaliação institucional. Detalhe: é importante sabermos que as turmas não podem pegar os mesmos professores seguidas vezes (isso já vem ocorrendo desde o semestre passado com as disciplinas de Processo Civil I e II e Constitucional II e III.